Publicado em: 29/10/2008 - 20h01min
De acordo com o ministro, se o ponto-de-vista da AGU prevalecer, “uma pessoa como eu tem que deixar o governo e voltar à sociedade civil para levar adiante essa mesma atividade, que o país precisa levar adiante”.
Hoje (29), o ministro voltou a criticar a peça da Advocacia Geral da União (AGU), que contestou a ação proposta pelo Ministério Público Federal de pedir que os militares reformados Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir Santos Maciel sejam declarados como comandantes de um centro de prisões ilegais, torturas, homicídios e desaparecimentos. Segundo o ministro, a peça da AGU “se choca com a posição do governo federal”.
“É lamentável que essa peça da AGU contenha esse equívoco brutal”, afirmou Vannuchi.
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