As Cameratas da Orquestra Sinfônica da
Bahia continuam as apresentações no mês de maio com os grupos
Bahia Cordas e Quadro Solar. Na próxima quinta-feira (dia 15), às 15 horas, no Grêmio Espírita Perseverança e Caridade, na Graça, o
Bahia Cordas mostra seu repertório que vai de música barroca a música sacra e popular. No dia seguinte, sexta-feira (dia 16), também às 15 horas, o grupo Quadro Solar se apresenta na Escola Angélica Villas Boas, no Rio Vermelho.
Formada por quatro violinos, uma viola, um violoncelo e um contrabaixo, a camerata
Bahia Cordas apresenta um repertório bastante variado, passeando desde a música barroca (Bach, Vivaldi, Pachelbel, Corelli), a música sacra e popular até composições dos próprios integrantes da camerata, já tendo gravado, junto com o conceituado violonista Mario Ulloa sua composição intitulada “Música para Beatriz”. O grupo é composto por Rogério Fernandes, Raul Bermudez, Uibitu Smetak e Antônio Amorim nos violinos; Marcos Antonio Maciel na viola, Maurício Kowalki no violoncelo e Orley Francisco de Souza no contrabaixo.
Formado em 2001, o grupo Quadro Solar é composto por Andréa Bandeira (flauta), Mário Gonçalves (violino), Alexander Cichilov (viola) e Cândida Lobão (violoncelo). Tocar os Quartetos para flauta e cordas de A .W. Mozart e explorar o repertório para essa formação foi o que motivou a formação do grupo. Embora o termo quarteto seja associado como gênero a instrumentos de cordas, alguns compositores não se prenderam a essa formação padrão (2 violinos, viola e violoncelo), substituindo um dos violinos do quarteto de cordas por um piano ou um instrumento de sopro como a flauta. Além de Mozart, fazem parte do repertório do grupo obras de G. Rossini, C. Bach, L. Boccherini e G. Gershwin. Os integrantes da Quadro Solar são músicos da Orquestra Sinfônica da
Bahia e têm em seus currículos experiência em diferentes trabalhos de câmara e como solistas. O grupo se apresentou em alguns projetos como “Porque Hoje é Sábado”, Projeto “Tocarte”, e no “X Festival de Música Instrumental da
Bahia”.
As Cameratas da Osba têm a proposta de divulgar a música erudita no Estado, levando-a a públicos diversos e carentes deste tipo de música, em locais onde seria difícil a presença da Orquestra Sinfônica da
Bahia, democratizando o acesso à música erudita e popular e contribuindo para a formação de novas platéias.