O cineasta Patricio Guzmán resgata a persona do carismático presidente chileno, deposto pelo golpe militar de 11 de setembro de 1973
Figura carismática levada ao suicídio pelo golpe militar chileno, em 11 de setembro de 1973, o presidente
Salvador Allende é tema de documentário que a Sala Alexandre Robatto exibe de 18 a 24 de abril, com entrada franca.
Cedido pela Cinemateca da Embaixada da França no Rio de Janeiro, o filme
Salvador Allende (França, 2004) se insurge contra as tentativas de apagar da memória do século XX esta grande personalidade histórica.
Nos primeiros momentos do filme, o espectador é instado a recordar-se que já “não resta nada, ou quase, de
Salvador Allende”. Somente um pedaço de óculos quebrado e alguns papéis, encontrados sobre seu corpo sem vida.
Em uma homenagem emocionante, Guzmán rende a esta persona singular do cenário político mundial uma homenagem ao mesmo tempo íntima e distante, propondo uma reflexão sincera sobre certo ideal político.
O filme foi selecionado em diversos festivais internacionais e entrou em circuito de exibição nas salas francesas em 2004. A cópia que será exibida em
Salvador tem legendas em espanhol, já que o original é falado em francês.
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Salvador Allende, de Patricio Guzmán, em cartaz de 18 a 24 de abril, na Sala Alexandre Robatto. Sessões às 15h*, 17h30 e 20h. (* Dia 18/04 não haverá a sessão das 15h, pois a sala abriga o encontro Arte na Periferia – Transformação Social em Debate).
Legendas em espanhol. Entrada franca. Apoio: Cinemateca da Embaixada da França no Rio de Janeiro.
Salvador Allende (França, 2004)
Direção: Patricio Guzman.
Duração: 100 min. / Censura Livre
Sinopse - 11 de setembro de 1973. Um golpe militar de Estado abate a revolução do Chile, eliminando o presidente eleito
Salvador Allende. Patricio Guzmán ressuscita o presidente deposto, figura carismática levada ao suicídio e cuja ditadura tratou de apagar a memória.