A primeira etapa do projeto do hospital da Faculdade Dom Pedro II, que funcionará na Avenida Suburbana, está em fase de finalização. A previsão é que o atendimento ao público comece até o final deste ano. O local, que servirá futuramente como centro científico para os cursos da área de saúde da faculdade, oferecerá inicialmente atendimento voltado para gestantes e recém-nascidos no ambulatório materno-infantil, onde serão realizados exames de rotina e consultas pelo Sistema Único de
Saúde (SUS).
O ambulatório estará equipado com toda infra-estrutura para atender a população carente com qualidade e conforto. Entre outros espaços, haverá consultórios de pediatria, ginecologia, coleta de sangue e urina, ultra-sonografia, além de sala de espera e quatro leitos masculinos e quatro femininos. Segundo o médico pediatra e diretor acadêmico da Faculdade Dom Pedro II, Celso Santana, 45, a demanda da Suburbana é bem grande e a intenção é que o hospital venha para atender toda a região.
“Nossa idéia é que tenhamos, após três anos, um Hospital Geral beneficiando cerca de 50 mil pessoas. A unidade também trabalhará com prevenção de doenças cardiovasculares em idosos”, ressaltou Santana. Ele adianta ainda que o hospital terá uma equipe de profissionais experientes, monitorando alunos e atendendo também a pacientes de convênio.
Ao longo de quatro anos serão investidos cerca de R$ 38 milhões na construção e estruturação do Hospital Universitário. Com este projeto a Dom Pedro II gerará 220 empregos diretos como médicos plantonistas, enfermeiras, serviços gerais e utilizará o corpo discente da instituição para atendimento à população.
O projeto conta com três etapas: a implantação do ambulatório materno-infantil, seguida da inauguração do ambulatório, clínica médica e cirurgia. Por último, começarão a funcionar as unidades de internação, urgência e emergência. Após três anos, o hospital, que terá uma área construída com cerca de 20 mil metros quadrados, deve contar com 120 leitos para atendimento 24 horas nas quatro áreas básicas: cirurgia, clínica médica; toco-ginecologia (maternidade) e pediatria.
Sobre a importância da unidade, Celso Santana reafirma a necessidade de expandir o atendimento de saúde para as populações de periferia. “O hospital focará o atendimento de pacientes em situação de risco que não têm planos de saúde. A rede de saúde da região é precária e faltam profissionais”, conclui.
Outras informações falar com Mariana Trindade ou Milena Miranda, na Darana Comunicação Empresarial, pelo telefone 3341-6350.