Ministro da
Saúde, José Gomes Temporão, lança Projeto de Implementação do Mais
Saúde, que pretende ampliar o acesso da população aos serviços prestados pelo Sistema Único de
Saúde (SUS) Brasília - Ministro da
Saúde, José Gomes Temporão, lança Projeto de Implementação do Mais
Saúde, que pretende ampliar o acesso da população aos serviços prestados pelo Sistema Único de
Saúde (SUS)
Brasília - O ministro da
Saúde, José Gomes Temporão, lançou hoje (21) o projeto de implementação do programa Mais
Saúde, também conhecido como Programa de Aceleração do Crescimento para a
Saúde – PAC da
Saúde. A promessa do governo federal é de melhoria na saúde pública, sobretudo na proposta de atendimento do Sistema Único de
Saúde (SUS).
“Capacitar pessoal, terminar a construção de hospitais e centros de saúde, ampliar a oferta de medicamentos, o acesso às vacinas, o atendimento especializado, os transplantes, os leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI)”, citou Temporão.
As metas do programa incluem ainda a realização de 100 milhões de exames complementares para pessoas diabéticas, a abertura de novas unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil (totalizando 500 farmácias em todo país) e o aumento de 25% para 35% da participação de remédios genéricos no mercado.
Temporão destacou ainda ações específicas para a terceira idade – ao todo, existem cerca de 20 milhões de pessoas com mais de 60 anos no Brasil. Um dos objetivos é a qualificação de 66 mil cuidadores de idosos.
Segundo o ministro, a saúde deve ser vista como uma “frente de expansão estratégica” para a política social e o desenvolvimento, já que emprega 9,5 milhões de brasileiros. Entre o período de implementação do Mais
Saúde – de 2008 a 2011 – o ministério prevê a geração de outros 3 milhões de postos formais e informais em todo o país.
Ele garante que as medidas devem atingir “toda a população brasileira”, por meio de políticas específicas voltadas para recém-nascidos, crianças, jovens, mulheres, homens e idosos.
Dentre os problemas considerados “críticos” por Temporão, no âmbito da saúde pública, estão o longo tempo de espera por consultas especializadas, por exames e por internações, além da falta de qualidade do atendimento de urgência e emergência e da necessidade de maior articulação da saúde com as demais políticas sociais.
Para a secretária executiva do Ministério da
Saúde, Márcia Bassit, a principal meta deve ser focar a implementação do programa na agenda estratégica da pasta, além da qualificação da gestão dentro do próprio ministério.
“Precisamos definir qual é o papel da esfera federal para que os recursos possam ser otimizados, chegando na ponta com mais rapidez, eficiência e qualidade”.
O PAC da
Saúde foi lançado no dia 5 de dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por meio do programa, o governo federal quer vincular os recursos da saúde a metas definidas com estados e municípios, além de oferecer prêmios àqueles que atingirem os objetivos estabelecidos.