Vigilância Sanitária notifica empresa de ônibus intermunicipal em Itabuna
Publicado em: 21/02/2008 - 09h11min
Atendendo denúncias dos usuários do transporte rodoviário intermunicipal, a Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de
Saúde notificou esta semana, a empresa Rota, em
Itabuna, por não permitir que os passageiros se utilizem dos sanitários instalados no entreposto (ponto de venda de passagens) na avenida Inácio Tosta Filho (em frente à CNPC). O diretor da Vigilância Sanitária, José Carlos Cardoso Lima considerou procedente a denúncia e afirmou que uma atitude dessa se constitui em descaso e falta de respeito por parte da empresa com os usuários.
Cardoso explicou que a maioria dos passageiros vem de outras cidades da região, viajam em ônibus sem sanitários e na parada em
Itabuna para depois seguir para
Ilhéus, sentem necessidades de irem ao banheiro, mas são impedidos. Eles informaram aos fiscais que os sanitários são de uso exclusivo dos funcionários da empresa. “Ou a empresa permite que os passageiros usem os sanitários do posto de venda ou teremos que fechar o estabelecimento”, reforçou.
Fiscalização regular
O diretor da VS informou que a fiscalização em feiras livres e estabelecimentos comerciais continua sendo feita regularmente todos os finais de semana. Neste último, por exemplo, foram apreendidos 200 quilos de carne imprópria para o consumo. O produto foi apreendido na feira livre porque já estava deteriorado. Já em duas padarias de bairros foram apreendidos 93 quilos de queijo tipo mussarela e 10 quilos de manteiga. Os produtos estavam sem data de fabricação e sem identificação do fabricante.
José Carlos Cardoso lembra que durante a fiscalização os comerciantes são orientados para que não coloquem à venda produtos de origem duvidosos ou desconhecidos, verifiquem datas de fabricação e de validade. Ele também adverte aos consumidores para que fiquem atentos aos produtos para não comprem mercadorias estragadas, com prazo de validade vencido ou sem a origem delas e as características das embalagens, sobretudo latas de conservas se não estão enferrujadas. “A pessoa que ingere um alimento estragado pode ter sérias conseqüências negativas e colocar a saúde em perigo. O mesmo vale para produtos de higiene pessoal como sabonete, cremes hidratantes e outros”.
Só nos últimos três anos a Vigilância Sanitária já apreendeu em feiras livres e em estabelecimentos comerciais mais de 300 toneladas de alimentos impróprias para o consumo humano, segundo o diretor. Mas ele afirma que ano a ano os números vem diminuindo sensivelmente graças às campanhas educativas e blitz semanais realizadas em todos os bairros da cidade.
ASCOM da Prefeitura Municipal de Itabuna
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